Jurassic World – Entretime https://entretime.com.br É hora de entretenimento Thu, 19 Jun 2025 15:13:36 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.3 https://entretime.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Entretime-150x150.png Jurassic World – Entretime https://entretime.com.br 32 32 Scarlett Johansson chama ‘Jurassic World Rebirth’ de ‘carta de amor’ a Steven Spielberg https://entretime.com.br/scarlett-johansson-chama-jurassic-world-rebirth-de-carta-de-amor-a-steven-spielberg/ Thu, 19 Jun 2025 15:12:23 +0000 https://entretime.com.br/?p=416 Lembro do dia em que assisti ao primeiro Jurassic Park, com aqueles dinossauros icônicos surgindo pela tela e o coração…

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Lembro do dia em que assisti ao primeiro Jurassic Park, com aqueles dinossauros icônicos surgindo pela tela e o coração quase saindo pela boca. Pois é exatamente esse o sentimento que Scarlett Johansson chama ‘Jurassic World Rebirth’ de ‘carta de amor’ a Steven Spielberg — uma declaração sincera de admiração a quem deu o pontapé inicial nessa franquia que dura décadas.

Quando a revelação veio à tona, Johansson estava em um daqueles momentos que ficam cravados na memória: no tapete vermelho em Londres, durante a première de Rebirth, ela falou com brilho nos olhos sobre seu encontro com Spielberg. “Ele disse, ‘Ouvi dizer que você é uma grande fã?’ E eu confirmei. Sou mesmo,” contou ela em entrevista. E é justamente essa paixão que transborda em seu personagem, Zora Bennett: uma ex-operacional especial que lidera uma equipe para recuperar material genético de gigantes pré-históricos, numa missão que mistura ciência, aventura e uma certa loucura controlada — tudo envolto num enredo que promete dar aquele rewind emocional ao original.

De fã a protagonista: a trajetória da Scarlett

Desde criança, Johansson era uma fã declarada. Ela até dormiu dentro de uma barraca com estampa de Jurassic Park no quarto, dividindo espaço com a irmã por quase um ano completo, só pra alimentar o sonho de estar lá, no meio daquilo tudo. Conforme novos anúncios da saga pipocavam na mídia, ela mandava para seus agentes: “Estou disponível!”. Quando surgiu a chance, ela foi até Spielberg diretamente — e pronto, encontrou seu espaço na história.

Essa é a essência da paixão: amor por dinossauros, desejo de fazer parte do mito cinematográfico, persistência para se envolver de verdade. Johanssen não queria apenas estar ali, ela queria ser relevante — e a personagem Zora reflete isso. Segundo o diretor Gareth Edwards, Zora busca propósito após deixar o exército e vê nessa missão algo que pode mudar sua vida — ao mesmo tempo que enfrenta desafios éticos e perigos reais.

O resgate de alma de Spielberg

E esse não é só um filme com dinossauros bonitinhos. É muito mais. É uma volta às sensações originais: o suspense, os jump scares controlados, cenários reais e efeitos práticos mesclados ao CGI, tudo para resgatar o espírito do Spielberg de 1993 . “É uma carta de amor gigante”, diz Edwards ao comparar Rebirth a seus momentos favoritos de Spielberg, como Tubarão, Indiana Jones e o clássico Jurassic Park.

A ambientação? Pra lá de cinematográfica: sets em locações exuberantes, como Tailândia e Malta, uso de filmagem em película para dar um tom nostálgico, e até animatrônicos modernizados para trazer vida aos dinossauros. A ideia é fazer o público sentir que voltou no tempo, mas sem abrir mão da adrenalina moderna.

A presença marcante de Scarlett

No elenco, Johansson chega junto de Jonathan Bailey e Mahershala Ali — figuras fortes que complementam uma trama cheia de tensão emocional, drama e ação. No tapete vermelho em Berlim, por exemplo, ela exibiu um vestido estiloso, interpretando o conceito “dinosaurcore”, com uma vibe reptiliana que casou perfeitamente com o clima do filme. E nos bastidores, surgem fotos dela correndo ao lado de Ali por um campo na Tailândia, interagindo com seres pré-históricos como se fosse natural.

Falando em ação, Scarlett se jogou no papel. Teve treinamento intenso — entre parkour, sobrevivência e até trabalho junto a paleontologistas e zoólogos — para garantir que Zora soasse legítima e cheia de atitude . Ela revelou até que estava disposta a cair na boca de um dino nos primeiros cinco minutos, só para marcar presença no filme.

Hora da corrida — e da nostalgia

Faltam menos de duas semanas para a estreia: dia 2 de julho nos EUA e 3 no Brasil. É a hora de revisitar uma das franquias mais memoráveis do cinema, desta vez vista por olhos de fã que virou protagonista. Se você também sentiu o frio na barriga com o primeiro T-Rex, prepare-se para um sentimento parecido — só que agora com Scarlett no centro do palco, e com uma missão que transcende telas e gerações.

Por fim, Scarlett Johansson chama Jurassic World Rebirth de carta de amor a Spielberg com total propósito: porque ela realmente viveu isso, desde fã até atriz imersa no universo. E esse filme, mais do que trazer dinossauros de volta, busca resgatar a alma de um clássico — usando nostalgia como combustível e emoção como motor. Tudo isso numa aventura que promete ser tão intensa quanto aquela primeira vez na frente da tela, quando um T-Rex surgiu das sombras.

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Jonathan Bailey sente pressão para ser “excelente” em Jurassic World: Rebirth como protagonista gay https://entretime.com.br/jonathan-bailey-sente-pressao-para-ser-excelente-em-jurassic-world-rebirth-como-protagonista-gay/ Thu, 19 Jun 2025 14:56:21 +0000 https://entretime.com.br/?p=413 O ator Jonathan Bailey comentou recentemente em entrevista ao The Hollywood Reporter que, ao assumir o papel principal em Jurassic…

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O ator Jonathan Bailey comentou recentemente em entrevista ao The Hollywood Reporter que, ao assumir o papel principal em Jurassic World: Rebirth, sente o “peso da história” — sendo um protagonista gay em um blockbuster, há uma cobrança extra para ser excelente e representar bem. Esse mix de expectativa artística e significado social faz seu papel ir muito além de apenas interpretar um personagem.

A pressão de carregar um legado

Em suas próprias palavras, Bailey afirmou: “há momentos em que… você tem que ser excelente para provar que consegue”. Ele reconhece que atores LGBTQ+ historicamente não tinham a chance de desempenhar papéis heterossexuais, ou sequer papéis gay, e que essa quebra de barreiras é algo recente. Ele destaca que há um certo risco de transformar a sexualidade em produto de mercado — “comoditização da sexualidade” —, mas que seu foco é justamente mostrar que talento, e não apenas orientação, determina sua qualidade de atuação.

Por que isso importa?

A trajetória de Jonathan Bailey até aqui é inspiradora. Ele brilhou em papéis como Anthony em Bridgerton, Prince Fiyero em Wicked e na série Fellow Travelers. Agora, assume o papel de Dr. Henry Loomis, o “nerd” paleontólogo de Jurassic World: Rebirth, com direito a “slutty little glasses” super admirados pela comunidade LGBTQ+ — o que traz de volta o charme da curiosidade científica que muitos fãs da franquia adoram .

Mas mais do que isso, seu protagonismo em um filme de ação e aventura dá visibilidade para que jovens gays se sintam representados de forma protagonista — e não apenas como coadjuvantes. Como ressaltou The Daily Beast, este é “um dos primeiros, ou pelo menos de maior perfil, momentos em que um ator abertamente gay lidera um filme de grande orçamento”.

Descontraído ainda que reflexivo

É legal imaginar o Jonny, em meio a dinossauros, se equilibrando entre o microscópio e o microfone de entrevista, falando sobre representatividade, mas sem perder o humor. Em uma selfie icônica no tapete-verde de lançamento, ele e Scarlett Johansson protagonizaram um beijo que virou assunto — e bizarramente empoderador — mostrando que, em cena ou fora dela, ele está no centro da atenção.

“Excelência” como forma de representatividade

Arcar com esse peso de “excelência” não é só para seu currículo pessoal; é para abrir portas a outros talentos LGBTQ+. Cada tomada sua em Jurassic World: Rebirth é um passo rumo a uma indústria onde a visibilidade em Hollywood não dependa da sexualidade.

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